terça-feira, 22 de maio de 2012

Visita guiada ao Cemitério Santa Casa de Misericórdia

No próximo dia 26, sábado, a pesquisadora cemiterial Luiza Neitzke vai promover mais uma visita guiada ao Cemitério da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre no programa Viva o Centro a pé. A saída será a partir da Praça Daltro Filho, às 10h e os participantes podem contribuir com um 1kg de alimento. Inscrições devem ser realizadas pelo email vivaocentroape@gmail.com. É uma excelente oportunidade de conhecer um pouco da história da cidade e das belezas existentes nesse campo santo!

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quarta-feira, 25 de abril de 2012

XIII ENCUENTRO IBEROAMERICANO DE VALORACIÓN Y GESTIÓN DE CEMENTERIOS PATRIMONIALES E V JORNADAS NACIONALES DE PATRIMONIO SIMBÓLICO EN CEMENTERIOS


EIXOS TEMÁTICOS
Os cemitérios, Patrimônio Sustentável das Comunidades e As Representações da Morte nos Espaços Funerários

DATA: 1, 2 y 3 de noviembre de 2012

LOCAL: Centro Cultural Bernardino Rivadavia, San Martín 1080, terceiro andar
ROSARIO - PROVINCIA DE SANTA FE - ARGENTINA

Organização
- Red Iberoamericana de Valoración y Gestión de Cementerios Patrimoniales
- Red Argentina de Valoración y Gestión Patrimonial de Cementerios
- Secretaría de Servicios Públicos y Medio Ambiente de Rosario – Santa Fe

Convocatória
Convocamos aos especialistas em pesquisa e estudo de cemitérios e arte funerária, a funcionários, trabalhadores de cemitérios, gestores, comunicadores sociais, docentes e pessoas vinculadas à temática de valorização de cemitérios, a organizações institucionais civis e religiosas, municípios, museus e ONGs do paia, da América e Europa ao XIII ENCONTRO IBEROAMERICANO DE VALORIZAÇÃO E GESTÃO DE CEMITÉRIOS PATRIMONIAIS E V JORNADAS NACIONAIS DO PATRIMÔNIO SIMBÓLICO EM CEMITÉRIOS a realizar-se na cidade de Rosario, Argentina, nos dias 1, 2 e 3 de novembro de 2012.
Objetivos
• Intercambiar e difundir experiências e pesquisas realizadas em cemitérios, com respeito a sua valorização e conservação, à sua arte funerária e aos múltiplos rituais e comemorações associados a este espaço.
• Descobrir, compartilhar e difundir o patrimônio cultural dos cemitérios de todas as regiões do país, da América Latina e da Europa, com suas especificidades.
• Administrar políticas e atividades turísticas sustentáveis, em um limite de respeito e proteção do patrimônio arquitetônico, artístico, arqueológico e cultural de nossos cemitérios.
• Resgatar o caráter simbólico do patrimônio cultural dos cemitérios.
• Propiciar a realização de inventários dos rituais associados com o tema da morte e patrimônio cultural tangível e simbólico dos cemitérios.
• Gerar os documentos e solicitações para apresentar aos governos locais, nacionais e as instituições públicas ou privadas, para seu reconhecimento como Monumentos de Valor Histórico e Nacional.
• Promover a inclusão dos cemitérios e sua proteção nas legislações de patrimônio cultural nas quais não aparecem como espaços de interesse cultural.
• Abrir um diálogo entre religiões, a partir do cemitério, com uma visão integradora e ecumênica. 
• Propiciar a participação dos educadores para que descubram a importância de incluir os cemitérios como arquivos patrimoniais, nos programas escolares.
• Abordagem da problemática dos trabalhadores de cemitérios e sua inclusão social, dirigindo um convite especial a quem desejar apresentar trabalhos que forneçam insumos para a reestruturação dessa situação.

Apresentação de Resumos
Os interessados em participar com artigos deverão enviar seus resumos que serão avaliados por um Comitê de Leitura. Este será encarregado de examinar sua pertinência e divulgar, posteriormente, a lista das propostas selecionadas.
Os resumos consistirão em uma referência da apresentação ou artigo com o máximo de 200 palavras. Devem conter nome(s) do(s) autor(es), título do trabalho, vínculo institucional e um breve currículo, cinco palavras-chaves e indicar se o conteúdo descreve principalmente experiências, enfoques, metodologia, aplicação ou outros a especificar. Solicitamos que se façam constar os dados de
 Los resúmenes consistirán en una referencia de la exposición o ponencia de no más de 200 palabras. Deben contener además nombre/s del/los autor/es, título de la ponencia, pertenencia institucional y breve currículum vitae, cinco palabras claves, y señalar si el contenido describe principalmente experiencias, enfoques, metodología, aplicación u otros a especificar. Solicitamos também que se façam constar os dados de comunicação pessoal: endereço, fax, e-mail e ou telefone.

Apresentação de Artigos
Nossa proposta é de aproveitar e desfrutar os dias do Encontro e Jornadas, brindando a todos os expositores e aos ouvintes um espaço de verdadeiro intercâmbio. Para isso incorporamos regras que pensamos ser benéficas a todos:
- Cada autor poderá apresentar somente um artigo individual ou em grupo.
- Não serão aceitos artigos que já tenham sido apresentados em Jornadas ou Encontros anteriores.
- As apresentações não poderão exceder quinze minutos. A apresentação terá um caráter narrativo, através do qual se priorizem as vivências que orientaram e modelaram o projeto. Não recomendamos a leitura dos trabalhos.
- Os trabalhos ou artigos deverão ser apresentados em formato Word, com um mínimo de 7 páginas e um máximo de 20, em fonte “Times New Roman” nº 12, com espaçamento entre linhas de 1,5.

Publicação dos Artigos
Todos os trabalhos aceitos serão publicados em um CD Rom. Desta maneira asseguramos o registro do trabalho completo: a elaboração, teoria que o sustenta, citações, bibliografia, etc. (Para que os trabalhos sejam publicados, deverão se apresentados em formato Word, dentro do formato solicitado).
Comitê de leitura: estará integrado por representantes da Red Iberoamericana de Valoración y Gestión de Cementerios Patrimoniales, da Red Argentina de Cementerios Patrimoniales e da Filial da Red Argentina em Rosario.

Inscrição: a inscrição será gratuita.

Data limite para envio dos resumos: 24 de agosto de 2012
Data da avaliação e divulgação dos resumos aceitos: 10 de setembro de 2012
Data máxima de apresentação dos trabalhos e artigos: 24 de setembro de 2012

Inscrições, informações e envio de resumos a:
Red Iberoamericana de Cementerios Valoración y Gestión de Cementerios:
redcementeriospatrimoniales@gmail.com
Red Argentina de Valoración y Gestión de Cementerios:
redarg2006@yahoo.com.ar

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

ABEC tem nova diretoria para a gestão 2012/2016

A nova diretoria da ABEC, gestão 2012/2016 tomou posse no início deste mês. Os membros eleitos durante o V Encontro Nacional ABEC, realizado em Salvador, em outubro de 2011, já começaram a exercer seus cargos. A antiga gestão, comandada pela Professora Doutora Maria Elizia Borges já prestou contas do período em que comandou a associação, e Maria Elizia passa agora a ocupar o título de membro honorífico da ABEC, junto com o Professor Mestre Harry Bellomo.

À frente da presidência da nova gestão, está Clarissa Grassi em conjunto com Elisiana Castro, que atua agora como vice-presidente. Secretariando a ABEC, Marcelina das Graças Almeida como primeira secretária e Julia Tomasi como segunda secretária, enquanto que o Conselho Fiscal é composto pelos pesquisadores Maristela Carneiro e Fabio William de Souza, tendo como suplente Paulo Renato Tot. Como tesoureiras, Glaucia Garcia de Carvalho e Maria Aparecida Borges.

Para o Conselho Editorial, foram eleitos Claudia Rodrigues, Thiago Araújo e Luiza Neitzke. Também foi criado um Conselho de Ética, que será presidido por Cibele Mattos, Fabiana Comerlato e Alcineia Rodrigues. A proposta dessa gestão é investir na comunicação como forma de difundir e incentivar as pesquisas cemiteriais no Brasil. Também está em pauta a realização do VI Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais, em Belo Horizonte, Minas Gerais, para o ano que vem.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Gestão 2008/2011 envia comunicação a todos associados ABEC

Estimados amigos Cemiteriais,

Gostaríamos, por meio desta, apresentar nossos agradecimentos pelo apoio e oportunidade que nos foram concedidos na condução dos trabalhos da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais  (ABEC) durante a gestão 2008/2011. Foi um tempo de aprendizado em companhia, mesmo que fisicamente distante, de excelentes pessoas que muito contribuíram para nosso crescimento pessoal e enquanto associação, especialmente, pelo companheirismo de todos.
Chega ao fim nossa jornada e temos o imenso prazer em entregar a administração da ABEC para uma chapa formada por competentes companheiros de associação. Seguiremos um novo caminho, novos desafios já nos foram postos, porém, estaremos próximos, podendo ajudá-los na medida de nossas capacidades.
Em especial, faz-se necessário agradecer àquelas pessoas que fizeram parte da nossa trajetória durante esses quatro anos e que, de certa forma, fizeram dela prazerosa e memorável, como foram por exemplo, os eventos de Piracicaba/SP em 2010 e nosso último encontro em 2011 ocorrido na cidade de Salvador/BA. Agradecemos, também, aos que compreenderam nossas atitudes e decisões, ou que mesmo sem compreender ou aceitar, acima de tudo, nos respeitaram.
Desejamos a todos muita sorte e sucesso! Muito obrigado por tudo.

Atenciosamente,

Maria Elizia Borges – Presidente
Clarissa Grassi – Vice-presidente
Thiago Nicolau de Araújo – Secretário geral
Alcineia Rodrigues dos Santos – Tesoureira
Elisiana Trilha Castro – Tesoureira
Kate Fabiane Rigo – Conselho Fiscal
Glaucia Garcia de Carvalho – Conselho Fiscal

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Histórias que a morte conta

Livre de medo e preconceito, quem circula pelo cemitério de Curitiba tem a chance de aprender mais sobre a vida
Jornal Gazeta do Povo
Reportagem Anna Paula Franco
Fotos Marco André Lima


Clarissa conta a história da menina Luci: pesquisa com 54 famílias locais
Sem choro, nem vela. O cortejo que percorre as ruas do Cemitério São Francisco de Paula, no bairro do São Francisco, em Curitiba, é curioso e explorador. Observa atento as lápides que adornam os 5,7 mil túmulos, onde estão mais de 75 mil corpos, sepultados no local desde a inauguração do campo santo, em 1854. O passeio não tem nada de macabro. O tour é guiado pela pesquisadora Clarissa Grassi, autora do livro Um Olhar... A Arte do Silêncio.

Pesquisadora autodidata, Clarissa é vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais. A entidade, criada em 2004, reúne pesquisadores da produção artística, patrimônio cultural e memória presentes nos campos santos. O cemitério é um museu a céu aberto. Conta a nossa história de trás para frente, da morte para a vida, de acordo com as crenças, cultura, poder econômico de uma determinada sociedade. Essa leitura permite diversos aspectos que podem ser explorados: perspectiva de vida, imigração, moda, religião, arquitetura, arte..., diz.

Em Curitiba, o passeio pode ser uma aula de história, de economia e da sociedade paranaense a partir do fim do século 19. A suntuosidade de mausoléus, capelas e túmulos traduzem o poder econômico das famílias pioneiras da região. Muitos foram construídos com materiais nobres, como mármore Carrara, e exibem esculturas sacras especialmente encomendadas para artistas e artesãos para ornamentar as lápides dos mais abastados.

Clarissa faz paralelos interessantes entre a necrópole e a cidade dos vivos. É possível identificar aqui dentro o lugar dos mais ricos e a área dos mais pobres. Em determinado setor, mausoléus e grandes terrenos são ícones de influência e riqueza também depois da morte. No início, esses elementos eram usados para diferenciar o recinto do rico e do pobre, do nobre e do empregado, explica.

O tour passa ainda por túmulos dos milagreiros, como Maria Bueno, coberto por placas de ex-votos, em agradecimento às graças alcançadas. As lápides mais curiosas são traduzidas aos visitantes, conforme a pesquisa de Clarissa. Ela levantou a história de 54 famílias donas de túmulos que fotografou para o livro, lançado em 2006. Descobriu detalhes como de Luci, morta aos cinco anos de idade. A estátua de uma menina que leva flores na barra do vestido reproduz uma cena vivida pela criança duas semanas antes da sua morte. Ela havia colhido os cravos plantados pela mãe no jardim da casa, carregando-os na roupa, conforme a imagem que adorna seu túmulo. O pai da menina, comerciante que viajava muito, viu a figura de mármore durante uma das viagens à Alemanha e a trouxe pessoalmente no navio para colocar no túmulo da filha.

Serviço: Tour cemitério São Francisco de Paula, em Curitiba. Informações com Clarissa Grassi, pelo email clarissa.grassi@gmail.com

Ilustres defuntos
Cemitérios têm visitas guiadas
A curiosidade sobre cemitérios – acompanhada muitas vezes por medo e preconceito – começa antes mesmo da criação dos campos fúnebres. Antes de 1801, os cidadãos eram enterrados dentro de igrejas ou nos terrenos dos arredores. O poder financeiro determinava a localização do túmulo: quanto mais rico, mais perto do altar o falecido seria sepultado.

Com a proibição dos enterros ad sanctos (ao lado de santos ou relíquias), aos poucos, as autoridades seguiram a orientação dos médicos sanitaristas, e instalaram os cemitérios em locais altos (para o vento dissipar os odores) e distantes dos centros urbanos. Demorou muito para a população aceitar a mudança.
Hoje em dia, roteiros turísticos em cemitérios são muito comuns na Europa e na América Latina. Além de visitar o túmulo de personalidades ilustres, os turistas podem conhecer mais da história do país e da sua cultura, crença e sociedade.

No Brasil, há circuitos monitorados em São Paulo, no Cemitério da Consolação; e em Porto Alegre, no cemitério da Santa Casa de Misericórdia. Um projeto em andamento em Belo Horizonte também pretende levar grupos de turistas para dentro do Cemitério Senhor do Bonfim.

Serviço:
• Projeto Arte Tumular. Cemitério da Consolação, em São Paulo. Rua da Consolação, 1.660. Informações pelo fone (11) 3256-5919, 0800-109850 (agendamento de visitas monitoradas, realizadas das 9 às 14 horas). Entrada gratuita.
• Cemitério Santa Casa. Roteiros religioso, político, positivista, cívico celebrativo e de história social. Avenida Professor Oscar Pereira, 423, Porto Alegre De segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas. Informações pelo fone (51) 3223-2325.

Equador inaugura turismo em cemitério repleto de obras de arte

Monumentos, túmulos e mausoléus onde descansam políticos e artistas estão entre no roteiro turístico de cemitério em Guayaquil (por Agência EFE)



Monumentos, túmulos e mausoléus onde descansam políticos e artistas estão entre os roteiros turísticos que o Equador oferece pela primeira vez em um cemitério de quase 170 anos e com 700 mil mortos.

O cemitério fica em Guayaquil, a maior cidade do país, e ocupa cerca de 15 hectares, um terço dos quais foram declarados Patrimônio Cultural da Nação graças a suas mais de 200 peças tombadas.

Os estilos arquitetônicos greco-romano, neoclássico, barroco e mudéjar, entre outros, que decoram o cemitério foram criados por artistas europeus que chegaram a Guayaquil no final do século 19 e princípios do 20.

As mãos de artistas locais também adicionaram ao cemitério ruas, escadas, palmeiras e dezenas de belas esculturas de beijos e abraços de anjos, efígies femininas repousando sobre túmulos evocando paz, outras fundidas em um abraço de dor, resignação e contemplação.

A transcendência histórica, artística, cultural e popular da necrópole está entre as rotas turísticas temáticas, cujo passeio dura 90 minutos e será inaugurado nesta sexta-feira.

No percurso, os turistas poderão contemplar belas esculturas, grande parte delas em mármore, elaboradas em tal grau de perfeição que parecem pessoas cobertas de branco em uma galeria ao ar livre marcada pelo silêncio.

A rota para lembrar e saber mais sobre os presidentes do país se chama "Entre a grandeza e a pegada eterna", e o passeio "Após as sombras do último verso" é relacionado à arte, literatura e música.

"Memória e o voo de Los Angeles" convida o visitante a conhecer esculturas, enquanto um último passeio se concentra em personagens ilustres da cidade e do país.

Entre os moradores eternos do cemitério está Eloy Alfaro (1895-1924), líder da revolução liberal e duas vezes presidente do Equador.

O túmulo de Julio Jaramillo, conhecido como o "rouxinol da América", será passagem obrigatória nas rotas turísticas, pois, embora tenha morrido há 33 anos, sua voz continua fazendo sucesso.

No cemitério também jaz José Vicente Rocafuerte, o segundo presidente do país e o primeiro a ser equatoriano, pois seu antecessor, Juan José Flores, era venezuelano.

A obra literária de Medardo Angel Silva, Enrique Gil Gilbert, Joaquin Gallegos Lara, José de la Cuadra Vargas e Demetrio Aguilera Malta combinam passeios, cultura e história.

Para Érika Espin, coordenadora das rotas, o cemitério de Guayaquil é um dos mais belos da América Latina pelas esculturas, algumas de 200 anos, assim como por sua infraestrutura e simbologia.

"Há mausoléus imensos que parecem casas. Dentro há amplos espaços, quase igrejas", disse Érika, uma das responsáveis pela elaboração das visitas.

Para os que reclamem da tristeza e melancolia que evoca um cemitério, Espin responde: "É um tema de memória e lembrança" e a visita deve ser realizada "com respeito".

Ela menciona também o cemitério do Pere-Lachaise, o maior de Paris e um dos mais conhecidos no mundo, onde as pessoas visitam os túmulos do romancista Honoré de Balzac, do poeta e vocalista da banda The Doors, Jim Morrison, e do escritor e dramaturgo irlandês Oscar Wilde, entre outros.

A iniciativa na necrópole situada no coração de Guayaquil utiliza o turismo cultural e educacional como ferramenta para conservar o patrimônio, como há também em Medellín, Buenos Aires e Santiago do Chile.

Por isso, convencido de que o patrimônio ajuda a cultivar os valores e a identidade do povo, o Ministério de Patrimônio do Equador capacitou turismólogos e funcionários do cemitério para que ajudem a reforçar a cultura deste museu ao ar livre que emoldura a história do país. EFE